terça-feira, 15 de março de 2016

Mãe presente, mas ausente!


Olá mamães,

A terceirização da maternidade é algo que me intriga muito.

Não me refiro a contratar, ou contar com a ajuda de alguém, ou mesmo da creche ou escolinha, quando a mãe está ausente, trabalhando ou resolvendo algo sério. 

Falo daqueles momentos em que a mãe está presente, mas prefere delegar todo o cuidado do filho para a babá, ou outra pessoa.

Na praia, no shopping, no teatro, em restaurante, no cinema, no consultório médico, em festinhas...

Já vi tanto isso que percebo que não são casos isolados. É um estilo de vida de muitas mães da nossa geração.

Não questiono, de forma alguma, a necessidade de ajuda, seja de parente ou da babá. Especialmente quando se tem mais de um filho ou se o passeio for para um local muito movimentado, é até mais seguro contar com mais um par de olhos!

As cenas que me incomodam são de mães que estão presentes, mas é como se não estivessem. Preferem ficar ao celular, ou conversando longamente com as amigas, ou mesmo passeando com o cachorro, enquanto as crianças estão, o tempo inteiro, sendo cuidadas por outra pessoa.

E acontecem cenas como essa: o animador da festa pede às crianças para escolherem um adulto para participar da brincadeira. Adivinhem quem é a escolhida, a mãe? Não! A primeira pessoa que a criança pensa em chamar é a babá!  É com ela que a criancinha quer brincar e se divertir!

Outra situação: no final da apresentação de um grupo musical infantil são sorteados brindes. Ao receber seu prêmio, o menininho, que não devia ter dois anos, corre para comemorar abraçando primeiro... a babá... e, só depois, a mãe.

Nessas histórias, e em tantas outras que presenciei, fica nítido que as babás são muito carinhosas, e as crianças sentem-se acolhidas por elas. O que por si só é uma coisa boa, aliás ótima!

A questão que fica na minha mente é: Como essas mães não percebem o que estão perdendo?

Como elas não notam que ao delegarem o cuidado de seus filhos, em momentos que poderiam estar com eles, elas não estão apenas se livrando do trabalho que eles dão... Estão, ao mesmo tempo, abrindo mão da companhia deles, dos seus olhares sorridentes, dos seus abraços apertados. Deixam pra outra pessoa as comemorações, o carinho, a cumplicidade.

Pode ser que eu esteja enganada, mas acredito que o vínculo entre mãe e filho fica um tanto enfraquecido. Afinal, as situações do dia-a-dia, as festas, os passeios e até mesmo os perrengues e as birras criam memórias que ficam gravadas nos coraçõezinhos. Fortalecem os laços, estreitam o relacionamento!

Agora vou parar de apontar pras outras mães e voltar meus olhos para mim mesma... Acho importante, quando vejo algum comportamento que não concordo em outra pessoa, refletir, se, de alguma maneira, eu mesma não estou caindo num erro parecido.

E não é que eu, euzinha, tinha meus momentos em que estava “presente, mas ausente”!!

Comecei a notar que ficava muito grudada no celular à noite, que é o único momento do dia em que estou com meus filhos.  Busco na escola, dou banho, jantar, faço o dever de casa com eles, preparo o lanchinho do dia seguinte. E aí, tarefas cumpridas, lá ia eu checar se tinha alguma mensagem em um dos milhares de grupos! E, claro, sempre tem! E, claro, dá uma vontade louca de comentar! E, claro, isso não tem fim! E, claro, eu estava perdendo um tempo preciosíssimo que deveria ser dedicado à minha família! Eu estava lá, mas era como se não estivesse!

Pois bem! Me botei de castigo! Rsrsrs.  Redes sociais, depois das 18h, só se estiver resolvendo algo urgente que precisa de resposta imediata. Fora isso, só olho perto da hora de dormir ou no dia seguinte no caminho para o trabalho, que, aliás, eu vivo reclamando que leva um tempão, não é, então dá pra ler, comentar, curtir, compartilhar...

À noite e nos finais de semana, quero ler histórias para meus preciosos! Quero curtir a companhia da minha família! Quero compartilhar risadas e gargalhadas com eles! Quero comentar sobre os desenhos incríveis que meus filhos fazem ou sobre como foi o dia do meu marido. Quero estar presente de corpo e alma!

Que o Senhor nos dê noção exata do que é mais importante em nossas vidas! Que Ele nos fortaleça e nos dê ânimo para cuidarmos dos nossos filhinhos, em todos os momentos em que estivermos com eles, mesmo quando isso for cansativo e a vontade de delegar for grande! Que nosso Pai Amado nos ajude a ver com clareza a grande benção que a maternidade é!

Um beijinho,

Da mamãe do Gabriel e da Alice

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Maria Farinha - parte 2


Olá mamães queridas,

Pois então, na última postagem (essa aqui) falei de um grupo cristão chamado Maria Farinha. Descobri essas meninas super-talentosas enquanto pesquisava sobre outra Maria Farinha: A Maria Farinha Filmes.

Esta eu conheci quando ganhei os DVDs de dois documentários excelentes, produzidos com o apoio do Instituto Alana. Uma das diretoras desse instituto foi palestrante em um evento no meu trabalho e conversamos um pouco ao final. Umas semanas depois recebi esses filmes em minha casa. Que surpresa boa!

Os filmes são fantásticos e sobre temas super-importantes: publicidade infantil e obesidade na infância.

Em "Criança, A alma do negócio" percebemos o quanto a publicidade dirigida diretamente às crianças é nociva para elas, para suas famílias e para toda a sociedade. 

Esse tema é muito sério mesmo. Já conversei com várias mães que ficam chateadas (assim como eu) quando algum vendedor de picolé ou outra coisa dirige-se diretamente às crianças oferecendo seus produtos. Cria uma expectativa na criança de uma coisa que muitas vezes não julgamos boa ou que naquele momento não queremos ou não podemos comprar. 

A publicidade infantil é isso vezes mil! As propagandas são feitas para atrair a atenção deles e convencê-los de que serão mais felizes com aquele brinquedo ou lanche.

Sabemos que, para as mentes infantis, bastam poucas visualizações para gravar um conteúdo, e, segundo dados do IBOPE, as crianças brasileiras ficam em média 5 horas diárias em frente à TV. Assim, assistem cerca de 40.000 propagandas em um ano!!! 1

Em determinada parte do documentário é afirmado algo muito sério: "o principal produto da indústria hoje é: consumidor".

E, veja como faz sentido: a propaganda de um brinquedo é feita de tal forma que a criança é convencida que ele é ótimo, ela pede aos seus pais e eles o compram, poucos dias depois a criança não brinca mais com ele e surge o desejo (motivado por mais e mais propaganda) de ganhar outro brinquedo... o ciclo se repete. A publicidade foi bem sucedida porque seu objetivo, de fato, não é mostrar brinquedos sensacionais com os quais nossos filhos brincarão muito e sim vender mais e mais. Não precisam ser bons. Precisam ser vendidos!

Sou o tipo de mãe que limita bastante o tempo que os filhos assistem TV. Simplesmente porque não acho um bom hábito e não quero que eles o cultivem. Quero que desenhem, brinquem, inventem histórias, leiam livrinhos!
Prefiro uma casa bagunçada a crianças hipnotizadas! (ótimo tema para outra postagem hein!) 

Mas preciso reconhecer que não é nada fácil! E por menos que eles vejam, ainda assim, é muita propaganda... Quando estou assistindo com eles sempre comento que aquele brinquedo não faz tudo aquilo... Que aquelas frases de impacto são mentirosas! E são mesmo! Ou vão querer me convencer que “tudo é possível” com uma boneca de plástico?!

Não acredito que seja o caso de proibir totalmente a publicidade infantil, mas que precisa de uma regulamentação mais rigorosa, isso sim, com certeza!

Já em "Muito além do peso" o tema é obesidade infantil. 

É interessantíssimo! Vocês sabiam que, a cada 3 crianças brasileiras, 1 está acima do peso?

Neste documentário, são apresentadas muitas entrevistas com especialistas e com famílias também, de todas as classes sociais e de vários cantinhos diferentes do Brasil.

Percebemos o quanto nos alimentamos mal e o quanto estamos mal informados a respeito dos produtos que consumimos. Grande parte dessa falta de informação vem da publicidade tendenciosa dos produtos alimentícios, o que remete ao documentário anterior. 

Especialmente chocante a parte em que a entrevistadora pergunta o nome de vários vegetais para um grupo de crianças. E elas não acertam o nome de nenhum deles!

Em outra cena é mostrado para uma menina, de uns 8 ou 9 anos, um pacote de uma famosa batatinha frita industrializada, na mesma hora ela identifica: "Isso é batatinha! Eu gosto muito!" Logo em seguida, lhe apresentam uma batata, de verdade, e, perguntada sobre o que era aquilo, ela diz com vozinha de quem está na dúvida: "cebola?"

Muito triste essa realidade que vivemos: crianças hipnotizadas pela TV e outras telas, sendo convencidas de que precisam de um mundo de brinquedos, com os quais não brincarão porque estarão, adivinhem? Sentadinhas assistindo a mais e mais propaganda enquanto comem produtos cheios de sal, açúcar e gordura, que vêm em embalagens lindas e decoradas com os personagens da moda!

Quando puderem separem um tempinho para assistir a esses documentários! Vocês não vão se arrepender!

Os produtores disponibilizaram os dois na íntegra na internet. Para assistir basta clicar em cima.

https://www.youtube.com/watch?v=ur9lIf4RaZ4

https://www.youtube.com/watch?v=8UGe5GiHCT4


Que o Senhor nos dê sabedoria e coragem para andarmos na contramão da nossa sociedade, criando filhos que não sejam consumistas eternamente insatisfeitos!

Que eles vejam em nós exemplos de pessoas que verdadeiramente se alegram no Senhor, independente de que bens ou produtos materiais têm ou não!

“Todavia, eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação.”
Habacuque 3:18


Um beijinho,

Da mamãe
do Gabriel e da Alice






sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Maria Farinha - parte 1

Olá mamães,

Dia desses estava procurando vídeos de uma produtora chamada Maria Farinha Filmes. Eles têm projetos realmente muito bons sobre redução do consumismo e da obesidade infantis. Vou falar mais sobre isso na próxima postagem.

Pois bem, acabei descobrindo o Grupo Maria Farinha, nome quase idêntico,né?! E que maravilhosa descoberta!!

Esse grupo paranaense é formado por nove jovens cristãs muito talentosas. Algumas têm formação em música e juntas têm o objetivo de tornar a musicalização infantil mais acessível.

Assim, elas desenvolveram coreografias divertidas e formas criativas de tocar vários cânticos infantis.

E, além de disponibilizar os vídeos dos cânticos, elas também produziram tutoriais para que possamos ensinar para nossos filhos e para as criancinhas das nossas igrejas! Que fofas não é mesmo!

Separe um tempinho para assisti-las em ação! Os meus filhinhos amaram!










Mais vídeos e informações sobre essas lindas e seu trabalho mais que especial no site do Grupo Maria Farinha.

"Tudo quanto tem fôlego louve ao Senhor. Louvai ao Senhor!" Salmo 150: 6

um beijinho,

da mamãe do Gabriel e da Alice

sábado, 9 de janeiro de 2016

Vai passar!

Olá mamães,

Uma das minhas resoluções de ano novo é postar uma vez por semana.

Pois bem, ontem me dei conta que a primeira semana do ano já passou!

Isso me fez lembrar um sábio conselho que minha mãe me deu quando entrei no mundo lindo, mas por vezes turbulento da maternidade: "Vai passar!"

Duas palavrinhas mágicas!

E a ideia que elas transmitem pode ser aplicada às mais diversas situações.

Aquele momento em que todos os filhos resolvem chorar ao mesmo tempo e ficamos sem saber qual socorrer primeiro: Vai passar!

Aquela noite em que o filhinho está com uma tremenda tosse que não o deixa dormir (e nem a nós): Vai passar!

Aquela troca de fralda explosiva que suja o quarto todo: Vai passar!

Aquela hora que você fala: "Vamos guardar os brinquedos!" e todo mundo finge que não está te ouvindo, uma, duas, três vezes até que você começa a gritar... Vai passar!

Aqueles domingos em que você não consegue chegar a tempo da Escola Bíblica porque as crianças acordam super devagar, enrolam pra lanchar, implicam com a roupinha que você escolheu, não querem escovar os dentes... Vão passar!

Aquele dia em que você perde um compromisso porque um dos filhos (ou todos!) resolveu fazer "número dois" bem na hora de sair... Vai passar!

Aquelas refeições sem fim porque eles enrolam à beça e demoram horrores pra comer a comidinha super saudável que você preparou com todo o amor... Vão passar!

Aqueles dias em que você se sente a pior mãe do mundo porque não tem toda a paciência, todo o entusiasmo, toda a alegria que gostaria de ter... Vão passar!

Os atrasos, as birras, os brinquedos espalhados, as viroses da infância, até as noites em claro: Vão passar!

Muitas das coisas que nos deixam ultra estressadas hoje não vamos nem lembrar daqui há cinco ou dez anos!

E como é reconfortante, quando ao invés de entrar em desespero eu me lembro dessas palavrinhas e fico repetindo pra mim mesma: Vai passar! Vai passar!

E não é que passa mesmo!!

Depois de um dia ou um período super-conturbado vem aquele dia em que as coisas dão certo! Você tem ideias incríveis de brincadeiras, conseguem sair na hora, as crianças obedecem, e a comidinha agrada a todos!

E esses dias também passam! Precisamos aproveitá-los ao máximo!

Uma tendência que tenho, e acho que outras mães também, é que quando tudo está alegre e calmo eu corro pra fazer alguma coisa. Claro, precisamos resolver um sem-fim de situações e é importante aproveitar as oportunidades. Mas, às vezes, devemos nos dar o luxo de simplesmente nos aquietarmos e curtirmos aquele momento em que nossos filhos estão felizes ao nosso redor, brincando e inventando histórias! Olhar atentamente pra eles e guardar bem no fundo do coração esses rostinhos tão lindos, porque estão crescendo, e um dia seguirão seus caminhos.

A infância passa!

Ao mesmo tempo que é tranquilizador lembrar que aquele ataque histérico de birra vai passar, é sábio reconhecer que as brincadeiras divertidas, as palavras pronunciadas de jeito engraçado, o sorriso bangela, o cheirinho de bebê, a lindeza que é a amamentação... também vão passar!

Fico muito feliz quando no meio daquela baguncinha eu consigo me acalmar e registrar os rostinhos sapecas ao invés de gritar e brigar! Olhem só:
























Queria poder dizer que sempre tenho essa atitude calma e tranquila, mas vocês iriam saber que é mentira, não é mesmo?!

Outra boa dica para depois nos lembrarmos das situações engraçadas e das palavrinhas erradas é registrar num caderninho. Eu tenho um desde que estava grávida do Gabriel. A frequência com que escrevo diminuiu bastante, infelizmente, mas todas as vezes que consigo anotar sei que valerá a pena!

Que nesse ano possamos curtir sem pressa cada minutinho alegre, registrar todas as travessurinhas e nos tranquilizar nas situações ruins, lembrando sempre que o Autor da vida e do tempo está ao nosso lado para nos socorrer nas nossas fraquezas e dificuldades!

"Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei." 
Mateus 11:28

"Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio." 
Salmo 90:12 


um beijinho,
da mamãe do Gabriel e da Alice

sábado, 21 de novembro de 2015

Alimentação


Olá mamães,

Nunca me liguei muito em nutrição. Minha mãe já nos criou evitando as piores coisas, não comíamos muita fritura nem refrigerantes. Sempre obrigava insistia para que comêssemos legumes e frutas variados. Então não achava nada de mais comer alimentos industrializados e biscoitos recheados. Também usava bastante caldo de carne e tempero pronto de alho na comida.

Até que... me tornei mãe! Nos últimos anos comecei a me preocupar cada vez mais com o que servia para minha família e com o que eu mesma consumia.

E se você também está nesse processo de melhoria da alimentação já deve ter se sentido, como eu me sentia muitas vezes,  angustiada e frustrada por não conseguir seguir todas as dicas das nutricionistas e mães blogueiras naturebas! Gente, parece tudo muuuuuiiiito difícil!

Então quero compartilhar com vocês duas dicas libertadoras!

A primeira: Exclua ou reduza drasticamente da sua vida os piores tipos de produtos (não dá pra chamar de alimento, gente!).  Alguns dos principais vilões pra você riscar da sua lista de compras são: refrigerantes, salsicha, frituras, açúcar branco, salgadinhos de milho, bacon, pizza e outros congelados de supermercado.

Segunda dica: A cada mês escolha um (só UM) alimento industrializado que sua família consome muito, e troque por uma opção saudável. Essa dica é muito preciosa pra mim! Porque foi depois dela que eu realmente comecei a fazer mudanças. Antes eu queria muito, mas parecia tãããããõ difícil....

Parece pouco só um, mas ao longo do ano serão doze! E trocando um de cada vez o impacto no orçamento também é mais diluído!

Vou listar algumas vitórias alimentícias dos últimos anos. Mas, ó, não é pra me gabar não, é só pra mostrar que é possível! Se eu consegui, qualquer pessoa consegue também!

Alimentos que entraram de vez pra nossa vida:
- pão, arroz e farinha de trigo integrais (o macarrão está numa fase de transição do comum pro integral);
- açúcar demerara ou cristal orgânico - na hora de comprar escolho o mais barato entre esses dois;
- suco integral - escolho o que tiver menos conservantes, lembrando que o suco integral de garrafas contém bastante açúcar (natural da fruta), mas está sem as fibras que ajudam na eliminação desse açúcar. Então sempre que for possível é muito melhor preparar o suco da fruta mesmo.
- frutas secas e castanhas - o Gabriel não curte muito, mas sempre ofereço. Alice é apaixonada por passas!
- uma quantidade maior de frutas, legumes e verduras;

Industrializados banidos:
- açúcar e arroz brancos,
- temperos prontos (aqueles de alho e também caldos em tablete)
- massa de bolo pronto (não dá tanto trabalho assim fazer um caseiro, além de ser muito mais divertido com a ajuda das crianças!)
- hambúrguer e nugget prontos
- refresco de garrafa ou em pó
- biscoito recheado

Além disso, alguns tiveram o consumo bem reduzido: salsicha, salgadinhos de milho, bolinhos prontos (daqueles recheadinhos).

Eu e as crianças não gostamos de refrigerantes, e o marido tem reduzido bastante o consumo. Com as crianças foi engraçado, os dois experimentaram só depois de dois anos de idade, e fizeram caretinha - acho que é a reação normal de toda a criança – aí eu reforcei “Viu não é gostoso não!” Depois disso qualquer referência a refrigerante eu dizia : “Vocês não gostam de refrigerante, lembram?!”

Meu marido vigia bastante o consumo de sal lá em casa, e nesse ponto tenho que reconhecer que eu vacilava bastante! Gosto de tudo beeeem salgadinho! Passei a pedir pra ele pôr o sal na pipoca, por exemplo! E com o tempo estou me acostumando com essa redução e os benefícios são tantos que vale a pena!

A batalha atualmente é pra reduzir a quantidade de linguiça, que eles amam! Ai, ai, ai. É o que mais comem em churrascos e o sabor preferido nas pizzas! Também quero tirar a margarina das nossas vidas, isso tem sido bem difícil! Mas não vou desistir!

E assim, melhorando um pouquinho de cada vez fica bem menos estressante e torna mais possível o sonho de ter uma alimentação saudável!

E vocês, o que têm feito por aí pra melhorar a alimentação? Compartilhem suas dicas nos comentários!

Que o Senhor nos dê sabedoria e afaste de nós a preguiça para seguirmos firmes no propósito de oferecer o melhor para nossas famílias!

“Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus.”
 I Coríntios 10:31

Um beijinho,
da mamãe
do Gabriel e da Alice
                                       

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Corujice pura!


Olá mamães,

Vocês já observaram como algumas características da personalidade dos nossos filhos ficam bem claras quando eles são ainda pequenos? Isso é muito interessante de notar, especialmente quando temos mais de um filho e, um dia, nos ligamos que são pessoas completamente diferentes! O que, por mais que seja óbvio, sempre me surpreende!

Gente, acho que essa postagem vai ser uma corujice total, mas gostaria de compartilhar com vocês algumas qualidades que já noto nos meus filhos e que quero que eles conservem para sempre!

Primeiro as damas não é?! Então vamos começar com a Alice:

- cuidadosa – Está sempre brincando com suas bonequinhas de escola e trata todas com tanto amor! Muitas vezes quando eu chego pra brincadeira (e eu sempre sou a professora auxiliar) ela me entrega uma “quiancinha que está muito quentinha, tadinha!” Alice cuida bem de seu material escolar também e de todas as suas coisinhas. É bem caprichosa minha filhinha!

- boa argumentadora – Coisa rara é Alice aceitar um “não” de primeira! Sempre tem algumas boas razões para nos fazer mudar de ideia. Tem horas que é complicado e um pouco irritante lá pelas tantas! Mas tenho que reconhecer a engenhosidade dela nas suas explicações e tentativas de negociação! Por exemplo, se ela quer comer um doce lá pelas 11 e eu digo para esperar a hora do almoço para ser a sobremesa, ela faz a cara mais séria do mundo e alega que eu esqueci de dar a sobremesa do café-da-manhã, então ela estaria comendo atrasado na verdade! Posso com isso?

- engraçada – Desde bem pequenininha que ela gosta de fazer graça, em geral fazendo alguma carinha divertida, arregalando os olhos ou franzindo a boca! Mas esse lado dela é só em casa e com algumas amigas da igreja. Com as outras pessoas ela é super-envergonhada!

E agora o Gabriel:

- ótimo “professor” – desde bem pequeno que ele gosta de explicar tudo. O que aconteceu na escola, porque a Alice está chateada com algum brinquedo, a história do desenho que viu, o que a tia da igreja ensinou na classinha. E o legal é que, se ele acha que a explicação não está boa, ele mesmo, por conta própria, reformula a frase até ficar mais clara. Tudo bem que esse processo às vezes toma um tempo... mas é muito bonitinho acompanhar seu raciocínio. Ele também gosta de ajudar a Alice no dever de casa, mas normalmente esquece que é ela que deve responder... e acaba dando a resposta pronta pra ela!

- otimista – Isso ele é muito mesmo! Daqueles que quando cai o baldinho  de pipocas no chão fica feliz por que “pelo menos sobraram algumas”! Acho que meu filho é a pessoa mais otimista que eu conheço!

- criativo – Os desenhos dele são cheios de detalhes e sempre contam uma história. Ele sempre prefere brinquedos que possa criar alguma coisa, jogos de encaixe (como o Lego), massinha, argila, caixas de papelão!

Como são meus filhinhos, outra característica marcante que os dois têm é que são os maiores tagarelinhas! Como gostam de conversar! Falam muito, muito mesmo!

Além disso, os dois amam o Senhor Jesus, a Bíblia e amam missões! São crianças muito carinhosas e bem-humoradas também, embora fiquem encabuladinhos na rua.  Estão sempre elogiando um ao outro ou a mim e meu marido, e também dizem toda hora que nos amam!

Tem outra característica que eu fico imensamente feliz, até porque orava pedindo por isso: eles são muuuuuiiiiito amigos. Gente isso é muito precioso! Estão o tempo todo brincando juntos, se chamando pra mostrar isso ou aquilo e fazendo surpresinhas um pro outro. Tá, brigam também, mas na maior parte do tempo são super-parceirinhos!

Uma vez eu disse que a Alice só poderia ir brincar quando acabasse de almoçar, Gabriel, que já havia terminado fazia tempo, se ofereceu pra ajudá-la. Foi dando as colheradinhas até que resolveu comer ele mesmo o finalzinho pra liberar logo a irmã! Fiquei emocionada!

Olha, não vou esconder que os dois têm atitudes que precisam ser corrigidas, como todo ser humano pecador: birras, ciúmes, demora para obedecer, egoísmo, autocomiseração e outros pecados vira e mexe dão as caras lá em casa. Isso daria mais uma postagem, mas acho que a Dona Corujice não vai me deixar escrevê-la! rsrsrs

Que o Senhor nos dê sabedoria para identificar desde cedo as qualidades especiais que Ele concedeu aos nossos filhinhos, e para incentivá-los bastante a desenvolvê-las ao máximo.

E que nosso Pai Querido nos capacite para ajudá-los a vencer o pecado e as fraquezas contra as quais certamente precisarão lutar.

Um beijinho,
da mamãe
do Gabriel e da Alice

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Mamãe, nós não vamos ajudar?


Olá mamães,

Na semana passada aconteceu um daqueles momentos em que nós não sabemos bem o que fazer, mas que ao mesmo tempo percebemos o quanto nossos filhos aprendem o que ensinamos,  e esperam que vivamos o que falamos!

Voltávamos para casa depois de um passeio, eles iriam almoçar e ir para a escola à tarde. E eu iria para a igreja para arrumar tudo para a programação especial que seria no dia seguinte.

Eu não trabalhei neste dia, estava usando uma das folgas a que tenho direito por ser mesária nas eleições (viva a democracia!! rsrsrs).

Passou por nós uma senhora de uns 60 anos. Estava com o pé enfaixado e usava uma muleta. Na outra mão carregava sacolas.

Logo depois que passamos por ela, Alice me deu uma bronca: “Mamãe, porque você não ajudou aquela velhinha?”

Pausa: Engraçado como para criança todo mundo mais velho que os pais é velhinho, né! A gente vai crescendo, vem a idade adulta e mudamos radicalmente de opinião! Para nos sentirmos jovens para sempre, passamos a achar todo mundo jovem também!!!  Fim da pausa!

Parei na mesma hora. “Filha, caiu alguma coisa dela e a mamãe não ajudou a pegar?” Achei mesmo que isso poderia ter acontecido, eu estava de olho nos dois e pensando no monte de coisas que tinha que fazer ainda! Podia não ter reparado.

“Não mamãe, mas ela é velhinha, a gente tinha que ajudar a levar as coisas dela! Se não, é bobeira, é maldade!”

Fiquei parada olhando a senhorinha que foi indo embora sem saber de nada!

Ela ia no sentido contrário! E nós tínhamos tanto pra fazer!

Gostaria de dizer para vocês que mudei meu caminho, corri pra perto dela, peguei as sacolas na mão direita, dei a esquerda para a Alice, mandei Gabriel segurar meu cotovelo direito e seguimos até sabe lá para onde a senhorinha estava indo...

Mas, não fiz isso. Infelizmente.

Expliquei para a Alice que a mulher não era assim tão velhinha, que ela até que estava indo rápido, que tínhamos mil coisas para fazer e que se ela estivesse pelo menos indo na mesma direção poderíamos ajudar sem maiores problemas.

Tenho que admitir que quase uma semana depois ainda estou na dúvida se tomei a decisão certa. Na verdade, tenho quase certeza que escolhi a opção errada.

Se nós a tivéssemos ajudado, como sugeriu a Alice, eles teriam se atrasado para a escola e eu me enrolaria mais um pouco nas várias coisas que fiz à tarde. Mas, daqui há alguns anos esses contratempos seriam lembrados? Claro que não. Chegar atrasado um dia ou outro na escola nunca fez, nem vai fazer, algum mal irreversível pra criança. E eu poderia ter sido mais ágil ou ter delegado algumas tarefas da tarde.

Por outro lado, o que eles aprenderiam sobre ajudar o próximo, especialmente quando isso envolve algum sacrifício, tenho certeza que guardariam para sempre.

Não quero terminar essa postagem num tom deprê.

Fiquei muito feliz de ver que minha filhinha, com apenas 4 anos, foi capaz de perceber que outra pessoa precisava de ajuda. E isso é muito gratificante!

De fato, falo bastante sobre ajudar as pessoas, e pomos em prática também!

Sempre separamos roupas e brinquedos para doar, participamos de atividades que arrecadam fundos para ajudar asilos e também as obras missionárias (inclusive a programação que eu fui arrumar tinha esse objetivo), e até dividimos o lanche com um morador de rua uma vez.

É muito lindo ver que nossos filhos aprendem o que nós ensinamos!

E é desafiador quando percebemos que eles sabem que poderíamos fazer um pouco mais!

É preciso reconhecer que em algumas situações é realmente impossível ajudar, em outras podemos até colocar nossos filhos ou nós mesmas em risco. É preciso ter muita sabedoria nesses dias maus que vivemos!

Mas há muitas oportunidades seguras de ajudar as pessoas, e por vezes deixamos de fazê-lo só por causa da pressa ou para não sair do nosso conforto.

imagem da bolsa: vanessachristenson.com
Que o Senhor abra nossos olhos para as possibilidades de ajudar o próximo, mesmo que isso nos custe um pouco mais do que gostaríamos. E que sejamos verdadeiramente exemplo para nossos filhos daquilo que lhes ensinamos!

Um beijinho,
Da mamãe do Gabriel e da Alice

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Material para download - Amigos de Missões


Olá mamães,

Há dois anos me tornei líder dos Amigos de Missões da minha igreja. É uma classe para crianças onde o objetivo é ensiná-las e envolve-las na obra missionária. Tem sido uma grande oportunidade e também um desafio! Tenho aprendido muito com meus aluninhos!

Dia desses estava dando uma olhadinha no blog dessa organização e percebi que tem muito material que pode ser utilizado em cultos domésticos, ou em classes para crianças de qualquer igreja.

São versículos e músicas que estão disponíveis para o download!


Olhem só que lindinhos:



Tem muito mais no site dos Amigos de Missões, corre lá!

Acredito que irão abençoar suas vidas, suas famílias e suas igrejas!

Um beijinho,

Da mamãe
do Gabriel e da Alice

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Quando crescer quero ser criança!


Olá mamães,

Dia desses estava em mais uma festa de aniversário de amiguinhos dos meus filhos e me deparei com uma plaquinha com o seguinte texto:



Achei o máximo!

Fiquei pensando no quanto a maternidade torna esse desejo possível. Voltamos a desenhar, colorir, pintar, brincar de massinha, de boneca, de lego. Nos lambrecamos de tinta, de argila, de giz colorido. Assistimos desenhos superfofos e coloridos, pecinhas de teatro engraçadas e cheias de música! E livros então! Gente, sou apaixonada por livros de criança, os textos são umas gracinhas, e as ilustrações então?! Uma mais linda que a outra!

Nossa casa e nossa vida vão sendo transformadas por esse universo infantil que é bem mais leve, mais colorido, mais alegre!

Em Mateus 18:3 nosso querido Mestre nos ensina:

“Eu lhes asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos céus.”

Claro que Jesus fala aqui de algo muito mais profundo que voltar aos desenhos e brincadeiras! Creio que precisamos imitá-las em algumas características próprias da infância tais como:

- humildade: Em geral as crianças não se ressentem quando são chamadas à atenção, nem se julgam superiores umas às outras.

- confiança: A criança acredita firmemente em tudo o que os pais lhe dizem e ensinam. Que grande responsabilidade nós temos! Acho extremamente importante dizermos somente a verdade sobre qualquer assunto, para que essa confiança jamais seja quebrada!

- facilidade para perdoar: Tem coisa mais linda?! Eles brigam e daí a alguns minutos já estão conversando e brincando como se nada tivesse acontecido!

- adaptabilidade: desmame, começo na escolinha/creche, mudança de casa... já perceberam como nós sofremos por muito mais tempo que eles?!

- alegria com pequenas coisas: Sabe quando você se endivida para comprar aquele brinquedo caro e seu filho brinca mais com a caixa ou com o papel de presente?! E o que falar das festas onde os pais do aniversariante contratam animação profissional, e a criançada só quer correr pra um lado e para o outro?!

Apesar dessas características, sabemos que as crianças, assim como os adultos, são pecadoras:

“Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente por sua graça, por meio da redenção que há em Cristo Jesus.” Romanos 3: 23 e 24

Somente através do perdão que o sangue de Jesus nos concede, e do agir transformador do Seu Espírito Santo seremos regenerados e conseguiremos crescer na fé, na pureza, no amor, na alegria, etc.

E assim cresceremos para nos tornarmos crianças, bem aconchegadas nos braços do Pai Celestial.

Um beijinho,
Da mamãe do Gabriel e da Alice

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

12 coisas simples que podem trazer paz para o seu lar - por Lisa Jacobson


Olá mamães,

Já faz um tempo que acompanho o excelente blog americano Club 31 Women . A autora, Lisa Jacobson, é uma fofa! Ela e seu marido Matthew são pais de 8 filhos! Tenho aprendido muito com ela, apesar de não compreender tudo, tudinho o que ela escreve!



7 dos 8 filhos do casal. O mais velho estuda em outro estado.

Sempre com tom alegre e animado, Lisa compartilha o que o Senhor tem lhe ensinado sobre casamento e maternidade.

Entrei em contato com ela, há algum tempo, perguntando se poderia traduzir seus artigos aqui para o bloguinho. Como eu já imaginava, ela concordou!

Selecionei os que eu achava que combinavam mais com esse espacinho, e minha irmã Suzana fez a tradução (eu até leio mais ou menos, mas traduzir é uma tarefa bem mais difícil do que eu pensava). Hoje ela me enviou o primeiro artigo em português. Vocês podem ler o original aqui. É um texto que me faz refletir bastante... como preciso ser transformada pelo Senhor!

A tradução ficou ótima!  Espero que gostem! 

Que o Senhor nos faça crescer na graça e conhecimento dEle, e que nossos lares sejam verdadeiros refúgios de paz!

Um beijinho,

da mamãe
do Gabriel e da Alice



12 Coisas Simples Que Podem Trazer Paz Para O Seu Lar 


Ela chegou sem avisar.

Um tanto quanto envergonhada, eu, de alguma maneira, simplesmente não conseguia parar de tremer.

Entenda, ela era uma autora, um tipo de celebridade, e agora uma amiga pessoal!

Então, é claro, que eu estava animada para vê-la, mas estava profundamente preocupada com a impressão que estávamos dando. De repente, percebi a camada de poeira no piano e aquele monte ridículo de meias sujas à porta da frente.

Eu levemente sussurrei ao meu esposo, "ai, o que ela deve estar pensando??".

E a sua resposta, muito útil, "que nós moramos aqui". (Obrigada, querido).

Mas nós logo ficamos concentrados na conversa e aproveitamos um tempo realmente agradável de envolvimento na vida uma da outra. Ignorando os meninos mais novos andando de patins no rol de entrada, e os adolescentes cantando músicas românticas enquanto limpavam a louça do almoço.

Nosso próprio caos alegre!

O tempo passou rápido e nossa glamourosa amiga se levantou para ir. Antes de sair, contudo, ela se virou para dizer alguma coisa. Então parou. Claramente havia algo em sua mente.

"Eu não sei bem como dizer isso...", ela começou.

Oh não, lá vem!

"...Mas você sabe o que eu tenho notado sempre que estou em seu lar?"

A poeira? A pilha de sapatos na entrada? Uma impressionante quantidade de barulho?  Alguns dos meus palpites silenciosos.

"É a paz que eu encontro aqui."

Meu esposo me deu uma leve cutucada.

Bem...como eu iria saber.

Onde eu vi bagunça e desordem ela viu alegria e contentamento.


Um lar cheio de paz.


Talvez não exista uma fórmula fácil, mas aqui estão 12 coisas simples que podem ajudar a trazer paz para o seu lar:

1. Fale gentilmente. É impressionante como que um pouco de gentileza vai longe e determina o tom do lar.

2. Reúnam-se regularmente. Para as refeições. Para oração. Para simplesmente gastar tempo e estar juntos um com o outro. Aproveite essa união e o simples estar junto.

3. Ria prontamente. Faça piadas e brinque. Estejam prontos para ter um bom tempo juntos. Alivie e encha uns aos outros com uma boa risada.

4. Trabalhe com alegria. Parece que sempre existe trabalho a ser feito. Então porque não dar o máximo ao fazê-lo? "Façam tudo sem queixas nem discussões." (Filipenses 2.14)

5. Doe com generosidade. Do seu tempo e de suas posses. O lar é um lugar cheio de todo tipo de oportunidades para doar.

6. Peça desculpas humildemente. Simplesmente diga que você sente muito e peça por perdão. Orgulho não tem nenhum lugar em um lar cheio de paz.

7. Perdoe rapidamente. Não perca tempo alimentando a amargura. Mande ela logo embora e mantenha os relacionamentos com amor.

8. Abrace livremente. Dê um aperto nos seus pequeninos. Coloque os seus braços ao redor dos seus filhos já maiores. Ah, seu cônjuge pode ter um também!

9. Ore com frequência. Peça a Deus para trazer paz ao seu lar. Leve a Ele as necessidades do dia. Busque-o para ter sabedoria quando você tiver dificuldade pra caminhar (ou até mesmo quando não).

10. Permaneça firme. Mantenha-se de pé por cada um. Mantenha-se de pé pelo que é certo. Permaneça forte.

11. Fique na torcida. Deixe sua família saber que você está por trás  deles. Por todo o caminho. Dê o seu suporte com entusiasmo. Quem é que não precisa ouvir um caloroso encorajamento de vez em quando?

12. Ame genuinamente. Parece óbvio, eu sei. Mas algumas vezes nós nos esquecemos o quão poderoso o amor pode ser em nosso lar. “Sobre tudo, amem-se sinceramente uns aos outros, porque o amor perdoa muitíssimos pecados.” (1 Pedro 4. 8)

Então, com toda a honestidade? Muitas vezes eu desejo que exista um pouco menos de pó em nosso piano e um tanto quanto menos meias bagunçadas em nossa entrada. Eu não sei porque aquelas meias sujas parecem não conseguir ir para a lavanderia, e eu não me importaria se eu fosse um pouquinho mais calma.

Mas eu acho que é aqui que nós moramos (como ele frequentemente gosta de me lembrar).

Em nosso poeirento, barulhento, um tanto quanto maluco - ainda assim cheio de paz - lar.

E você? Quais são as pequenas coisas que você aprecia fazer que contribuem para um lar tranquilo? Eu adoraria ouvir sobre elas!

Na graça dEle,

Lisa Jacobson



Traduzido, com autorização, por Suzana Pimentel Siegel.