sexta-feira, 8 de agosto de 2014

O Sentimento de Culpa da Mamãe e a Cruz - por Rebecca VanDoodewaard


Olá mamães,

Li esse excelente artigo no site Mulheres Piedosas e me identifiquei totalmente!

Acredito que é uma ótima reflexão para todas nós.

Um beijinho,

Da mamãe
do Gabriel e da Alice


“O Sentimento de Culpa da Mamãe e a Cruz” por Rebecca VanDoodewaard

Será que existe alguma mãe que não sinta culpa no exercício da maternidade? Talvez na maior parte do tempo ou talvez só as vezes – todas nós fazemos ou deixamos de fazer algo que nos dá sentimento de culpa. Quando você sabe que alguém que você ama e depende de você está contando com você para basicamente tudo (da alimentação aos cuidados com a saúde ou feriados memoráveis), vem o peso da responsabilidade e o fardo do mal desempenho.

Mas não tenho certeza se o pecado é a maior causa do sentimento de culpa das mamães.

Se formos honestas, geralmente se trata de orgulho ou de temor dos homens. Queremos ser a melhor mãe que existe e não queremos que as pessoas pensem que não estamos atendendo às necessidades de nossos filhos. Queremos que nossos filhos e as pessoas ao nosso redor pensem que somos mães fantásticas que suprem cada uma das necessidades. Queremos a aprovação, o reconhecimento de que somos ótimas ou, ao menos, de que estamos indo muito bem. 

Frequentemente nos sentimos mais culpadas por não fazer mais projetinhos (leitura, esportes, ________) com nossos filhos do que por gritarmos com elas quando estamos atrasadas. E por acaso isso ocorre porque deixar de fazer projetinhos com nossos filhos é pecado? Não: felizmente, as Escrituras nada dizem sobre palitos de picolé e cola. Nos sentimos culpadas, pois a outra mãe faz mais coisas com seus próprios filhos e nos sentimos ultrapassadas. Gritar com nossos filhos é menos preocupante, pois as outras mães não nos veêm fazendo isso, do contrário não faríamos.

Isso soa muito mal quando colocamos o preto no branco, não é? Me constrange, pois vejo isso na minha própria vida. A culpa que eu geralmente carrego não é gerada pela minha inconsistência na disciplina, mas porque alguma outra mãe está fazendo _________ por seus filhos e eu não. Minha culpa vem, não de uma consciência inclinada à Deus, mas de um coração que quer estar à frente dos outros.

Mas certamente há a culpa maternal que vem de uma consciência de quem está fazendo o seu trabalho, nos mostrando onde falhamos como as mães que Deus nos chama para ser. O fato de nos sentirmos culpadas por esquecer de orar por nossos filhos, por sermos relaxadas no ensino e por nossas ações ou palavras egoístas, é algo que pode ser saudável e nos levar ao arrependimento.

A cruz é a resposta para os dois tipos de culpa. Nos faz olhar para o nosso Salvador ao invés dos outros e, especialmente, ao invés de olhar para nós mesmas. Quando nos focamos na Cruz, colocamo-nos em nosso devido lugar. A opinião alheia não importa quando estamos cientes de que vivemos diante da presença do Senhor.

Quando pecamos no nosso papel como mãe por transgredir a Palavra de Deus ou por ignorá-la, podemos correr para a cruz e encontrar perdão através da expiação substitutiva de Jesus. Ao confessarmos nosso pecado, somos perdoadas e purificadas de toda a injustiça (I João 1:9).

Deus pode perdoar tanto as vezes em que somos impacientes com nossos filhos como as vezes em que nos sentimos culpadas enquanto lutamos pelas nossas próprias forças para parecermos melhores para as outras pessoas, sem levar em conta nossos reais pecados. A culpa é um sentimento dado por Deus quando estamos fazendo algo errado. 

Quando nosso senso de certo e errado sobre a maternidade é ditado mais e mais pelas Escrituras do que pelo Pinterest e pelo Facebook, podemos nos valer daquela culpa maternal para correr até a cruz e deixar esse fardo lá, com o nosso Salvador, que morreu inclusive por esses pecados. Isso nos livra da escravidão à opinião alheia sobre nós e da real e merecida culpa pelo pecado. Isso também nos habilita a exercermos nosso papel de mãe na Sua força, porque, sem isso, nós sempre iremos falhar com os nossos filhos.

*Rebecca VanDoodewaard é dona de casa, editora free-lancer e escritora. Ela é esposa do Dr. William VanDoodewaard, ministro da Associate Reformed Presbyterian Church e professor de História da Igreja no Puritan Reformed Theological Seminary, com quem tem 3 filhos. O casal bloga no “The Christian Pundit”
** Tradução: Vivian Junqueira Viviani


terça-feira, 5 de agosto de 2014

Aprendendo com os pequenos


Olá mamães,


Como vocês sabem, Deus abençoou meu marido e a mim com duas jóias muito preciosas: Gabriel e Alice.

E é maravilhoso perceber que além de ensinarmos tantas coisas, também aprendemos muito com nossos filhos.

Lembro que um dia, quando o Gabriel tinha 2 anos, líamos na  “Bíblia das Criancinhas” a história de quando Jesus curou um homem cego colocando lodo em seus olhos. E meu filhinho, tão pequeno, me fez refletir tanto quando apontou para a figura e disse com sua vozinha linda: “Jesus sujou a mão”.  

Você já deve ter ouvido vários sermões contando este milagre, em geral destacando a singularidade do agir do Senhor e de que o homem não se importou de ter os olhos sujos crendo que algo aconteceria. Pois é, eu também. Mas nunca havia parado para pensar que o Senhor, Deus encarnado, sujou suas mãos santas para curar um homem necessitado! Como essa observação me fez e faz ainda refletir!

Crianças são assim: observam detalhes que nos passam despercebidos, se encantam com coisas com as quais já nos acostumamos, querem saber o porquê e o pra que de tudo. Tê-los por perto nos faz crescer no conhecimento do Senhor e de Sua Palavra já que são tantas perguntas para responder!

Elas nos fazem admirar a natureza através dos seus olhinhos que acham o máximo seguir uma trilha de formigas, ou observar os vários estágios das flores de uma plantinha: “olha mamãe essa ainda é um botãozinho, essa já abriu, essa já tá velhinha!”

São situações que não vivíamos mais, coisas com as quais já estávamos acostumados e que perderam um pouco do encanto. Imagine só, você parando para observar (por vários minutos!) cada formiga, lagarta, borboleta ou barata amassada (eca!), no seu caminho até o trabalho ou o mercado! Mas acompanhado de crianças... Ah! Normal!

E por falar em mercado... está aí outro ótimo exemplo! O que para nós é mais um compromisso, uma necessidade, para eles é festa: “Posso ir dentro do carrinho?”, “Quero ajudar a escolher as laranjas!”. E tudo é colorido, tudo eles perguntam o que é, para que serve e se podem levar! Tudo leva o triplo do tempo, mas fica muito mais interessante e divertido!

Tem outra coisa que admiro muito nos pequenininhos: Como eles perdoam fácil! É incrível! Eles brigam, gritam um com outro, às vezes é preciso intervir, lembrar que os irmãos devem viver em união... e daí a poucos segundos já estão brincando juntos.

Quantas vezes por causa desses desentendimentos entre eles eu coloquei um dos dois de castigo sentadinho e o outro sentou-se do lado!

Ano passado aconteceu uma situação assim. O Gabriel tinha 4 anos e a Alice acabara de completar 2. Eu estava ocupada lavando roupas no tanque e ele veio me contar que a Alice havia batido nele (ou empurrado, agora não lembro com certeza). Como eu estava bem enrolada não parei para fazer todo o meu “discurso contra a violência entre irmãos”, só falei: “Alice, você não pode bater no seu irmão!”. Ela ficou no cantinho que coloquei de castigo e eu voltei para a roupa. Então o Gabriel veio e aconteceu um dos momentos mais lindos entre eles, que não quero esquecer nunca, tive que deixar a roupa de lado e fiquei só olhando:

(Gabriel) - Porque você está chateadinha Alice? É porque a mamãe brigou?
(Alice)- É!
(Gabriel) - Mas Alice a mamãe só brigou porque você bateu no Biel. O Biel é importante, ele é um presente que Papai do Céu deu pra mamãe. Papai do Céu não fez a mãozinha da Alice pra bater não. Ele fez a mãozinha da Alice pra fazer carinho, pra brincar...
 (Alice) - ... pensativa.
(Gabriel) – Vamos lá brincar mais, vamos!
(Alice) – Vamos!
(Gabriel) – Mamãe a Alice pode sair do castigo?
(Mamãe) – Claro filho! – com lágrimas nos olhos!!!

Ele a perdoou, e ainda repetiu pra ela o que eu já havia ensinado pra ele tantas vezes. Nessas horas a gente vê que eles aprendem o que a gente ensina mesmo quando achamos que não estão prestando atenção! E nós aprendemos com eles também, e como!

Aprendemos mais sobre a Bíblia através de suas observações e para responder suas dúvidas.

Ganhamos um novo olhar para a natureza, a linda criação do Senhor!

Notamos que compromissos do dia-a-dia, podem ser momentos divertidos e alegres.

Percebemos que precisamos perdoar com a mesma naturalidade deles.

Bem ensinou nosso querido Mestre: 

Que o Senhor nos ajude a aproveitar ao máximo as oportunidades de também aprender com nossos pequeninos!

Um beijinho,

Da mamãe
do Gabriel e da Alice

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Coisas que não me arrependerei de fazer com, e pelos meus filhos

Olá mamães,

Já falei por aqui que amo listas! Então hoje vou fazer uma muito especial! Resolvi escrevê-la quando li essa postagem aqui do site Reforma 21.

Achei a ideia ótima, uma excelente lembrança para daqui a alguns anos e um testemunho do que é mais importante para nós e nossa família.

Sei que a minha lista passará por alterações com o tempo, já que meus filhos ainda são pequenos – Gabriel tem 5 e Alice faz 3 mês que vem.

Mas por enquanto posso afirmar que existem várias “coisas que não me arrependerei de ter feito com, e pelos meus filhos”:

- Voltar para meu emprego anterior quando descobri que estava grávida do Gabriel. Eu começara há poucos meses numa empresa em que a pressão e o horário de trabalho eram bem maiores, além de precisar viajar constantemente. Isso começou a me angustiar profundamente e então o Senhor me fez descobrir a possibilidade de voltar para o emprego anterior. Conversei com meu marido e decidimos que seria o melhor. É lógico que isso implicou em voltar para o salário anterior também, que era a metade. Mas querem saber, deu tudo super certo e com certeza não me arrependo nem um pouco dessa decisão.

- Outra decisão que não me arrependi foi de ter tirado o Gabriel da creche quando estava em licença maternidade da Alice. Muitas pessoas falaram que eu era louca... Loucas são elas! Rsrsrs. Foi sem dúvida uma das melhores épocas da minha vida! E não foi benção só para mim e para meu marido de termos nossos filhinhos em casa o dia todo, tenho certeza que isso contribuiu muito para construir a amizade entre eles dois também.

- Ensiná-los a decorar versículos. Aqui você encontra os primeiros versículos que imprimi e colori para que o Gabriel aprendesse, quando ele tinha pouco mais de dois aninhos. Depois vieram vários outros, até porque comecei a fazer pequenos cartões para as crianças da igreja decorarem também! Como é maravilhoso ouvi-los recitar a Palavra de Deus! Nunca vou me arrepender por ter investido tempo nisso.

- Observar a natureza com eles. Nos nossos passeios e caminhadas, sempre paramos para olhar de perto as plantas, flores e insetos. Muuuuitas vezes chegamos em casa com os bolsos cheios de folhinhas e sementes!! É verdade que o trajeto que poderia ser percorrido em 10 minutos demora 20 ou mais... mas vale muito a pena dedicar essa atenção para ensiná-los a maravilhar-se com a criação do Senhor!

- Ensiná-los a cumprimentar as pessoas e falar com educação e respeito. Na verdade esse aprendizado ainda está sendo feito... Sempre preciso reforçá-lo! Mas tenho certeza que nunca me arrependerei disso. Criei até um versinho:
“Quando falamos educadamente,
mostramos que a outra pessoa
é muito importante pra gente”

- Mostrar como ter responsabilidade em pequenas coisas, como limpar o que entornou, ou guardar o que espalhou... Nem preciso dizer que esse conceito também está em processo de construção na cabecinha deles! Mas já colhemos os frutos, muitas vezes eles pegam um paninho pra secar o suco que caiu no chão, sem que ninguém precise falar. Bem, muitas outras vezes, preciso sim falar... e várias vezes!! Mas a noção de que somos responsáveis por nossos atos é tão rara hoje em dia, numa sociedade em que todos se consideram vítimas, que sei que jamais vou me arrepender por ter começado cedo a ensiná-los sobre isso.

- Colocá-los pra dormir! Às vezes a rotina da hora de dormir demora um tempão, muitas vezes já estou bem cansada nessa hora, mas... é bom demais!! Demais! Demais! Demais!

- Andar de mãos dadas com eles... gente, tem coisa melhor?! Aquelas mãozinhas miudinhas, aquelas perninhas curtas que nos obrigam a reduzir o ritmo e caminhar mais devagar... Que benção do Senhor, que privilégio, podermos ter em nossas mãos as mãozinhas que um dia, assim oramos e esperamos, farão coisas incríveis para a glória de Deus!

- Ensiná-los a amar e orar pelos missionários! No nosso culto doméstico incluímos um momento especial em que lemos os informativos dos missionários e oramos por eles. Como é lindo ouvir as suas vozinhas doces conversando com Papai do Céu sobre algo tão importante!

- Aceitar a ajuda deles para as tarefinhas domésticas, especialmente para fazer bolo, biscoito, torradinha... É fato que demora bem mais com meus “ajudantes”, mas fica milhões de vezes mais divertido!

- Ensiná-los a amar os livros, especialmente a Bíblia. Eles valorizam muito as dezenas de livros que tem! E gostam demais de ouvir histórias... e eu gosto demais de contar!!!

- Dizer “eu amo vocês”, todos os dias!

- A última coisa da lista (mas não menos importante) eu não vou escrever não, vou mostrar:


Nossas baguncinhas de pintura!!!!!


  

Então, se animam a fazer uma lista dessas também?

Que o Senhor nos capacite para darmos aos nossos filhos lembranças maravilhosas e ensinamentos preciosos a cada dia.

Um beijinho,

Da mamãe
do Gabriel e da Alice

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Mãe sudanesa precisa de nossas orações


Olá mamães,

Encaminho essa notícia tão triste, de uma realidade tão diferente da nossa que é até difícil de acreditar...

Se quiser ajudar há uma campanha de e-mails para as embaixadas sudanesas em vários países, inclusive o Brasil, acesse e participe: Christian Solidarity Worldwide

Lembre-se de orar por essa mamãe!

Que o Senhor a fortaleça e sustente !

Um beijinho,
Da mamãe do Gabriel e da Alice


Sudanesa condenada à morte por apostasia dá à luz na prisão

meriam.jpg
"Deu à luz uma menina hoje", declarou o diplomata referindo-se a Meriam Yahia Ibrahim Ishag, de 27 anos, filha de um muçulmano e condenada em meados de maio em virtude da lei islâmica vigente no Sudão desde 1983 e que proíbe as conversões, sob pena de morte.
"Parece que a mãe e a filha estão bem", declarou o diplomata, que pediu o anonimato. "É cruel se encontrar nesta situação", acrescentou.
A condenação à morte da jovem por um tribunal de Cartum no dia 15 de maio provocou uma onda de indignação. Segundo os militantes de direitos humanos, a jovem permanece detida na prisão para mulheres de Ondurman com seu primeiro filho de 20 meses.
"Demos três dias para renunciar a sua fé, mas você insistiu em não voltar ao islã. Condeno-a à pena de morte na forca", declarou o juiz Abbas Mohamed al-Khalifa, dirigindo-se à mulher pelo sobrenome de seu pai, de confissão muçulmana.
Antes do veredito, um chefe religioso muçulmano tentou convencê-la a voltar ao islã, mas a mulher disse ao juiz: "Sou cristã e nunca cometi apostasia".
Meriam Yahia Ibrahim Ishag (seu nome cristão) também foi condenada a cem chibatadas por adultério.
De acordo com a Anistia Internacional, Ishag foi criada no cristianismo ortodoxo, a religião de sua mãe, já que seu pai, muçulmano, esteve ausente durante sua infância. Posteriormente, a jovem se casou com um cristão do Sudão do Sul.
Segundo a interpretação sudanesa da sharia (lei islâmica), uma muçulmana não pode se casar com um não muçulmano.
Se a pena for aplicada, ela será a primeira pessoa punida por apostasia em virtude do código penal de 1991, segundo o grupo de defesa da liberdade religiosaChristian Solidarity Worldwide.


quinta-feira, 8 de maio de 2014

8 coisas pelas quais quero que meu filho agradeça a sua mãe (daqui a 20 anos) por Carl Laferton

Olá mamães,

Está chegando o nosso dia!
E para comemorar compartilho com vocês um lindo texto.
Foi escrito por um papai que imagina os agradecimentos que quer que seu filho faça a sua mãe, daqui a 20 anos.
Quero muito ser uma mãe assim!
Que o Senhor nos transforme nesse modelo de mãe cristã!

Um beijinho,
Da mamãe 
do Gabriel e da Alice

8 coisas pelas quais quero que meu filho agradeça a sua mãe (daqui a 20 anos) por Carl Laferton

Meu filho acaba de fazer 2 aninhos — ele delegou a mim a tarefa de comprar um cartão de Dia das Mães e escrever uma mensagem nele. Eu o estou treinando para dizer: “Obrigado, mamãe” e “Eu te amo, mamãe” (embora na hora saia, na melhor das hipóteses: “Obigado mamaim!” e “Eu tamu mamaim!”).
Mas espero que ele agradeça pelo que daqui a 20 anos, quando ele olhar para trás tendo crescido com uma mãe cristã? Aqui está o que eu adoraria que ele dissesse aos 22 anos de idade, quando der à sua mãe chocolates de Dia das Mães (chocolates, não flores, filho — chocolates tendem a ser compartilhados com os pais, mas flores só servem para ser olhadas em cima da mesa).
1. Obrigado por priorizar Cristo em detrimento de mim.
Você me ensinou, por meio da palavra ide, que eu não sou o centro do seu mundo, porque eu não sou o centro do mundo. E você me contou quem tem essa posição: o Senhor Jesus. Você nunca me permitiu mandar em nossa casa, e você sempre deixou claro que as minhas opiniões e preferências, embora importantes, não são imposições. Obrigado pelas vezes que você não foi capaz de passar tempo comigo, porque estava ministrando para outra pessoa. Obrigado pelas vezes que você não foi capaz de gastar dinheiro comigo, porque você o havia dado a outra pessoa. Obrigado porque, ao nunca me tratar como a pessoa mais importante da sua vida, você me direcionou para a Pessoa mais importante no cosmos.
2. Obrigado por me mostrar graça, não obras.
Você fez tanto por mim, e nunca jogou na minha cara para me fazer sentir culpa, nunca sugeriu que o seu amor dependesse de que eu alcançasse determinado padrão, nunca guardou rancor após eu te desapontar, nunca se perguntou em voz alta: “Por que eu ainda tento?” Nos esportes e na escola, eles me ensinaram que os melhores vencem, e que o trabalho recompensa. Em casa, você me ensinou que eu não preciso ser bom o suficiente para ser aceito, que o amor é generoso. E obrigado por me disciplinar de forma justa e firme, e por me perdoar completa e repetidamente. Obrigado porque os limites eram claros, e as explicações eram sempre curtas.
3. Obrigado por me mostrar arrependimento, não falsa perfeição.
Você cometeu erros — muitos erros. Obrigado por não inventar desculpas por eles ou diminuí-los. Obrigado por parar e pedir desculpas a mim e a Deus na minha frente. Obrigado por você saber que você era perdoada, e por viver como se de fato fosse. E obrigado por sempre me apoiar, mas nunca inventar desculpas para o meu pecado ou me deixar pensar que eu era bom o suficiente para Deus. Obrigado porque aprendi de você a não vestir uma máscara de justiça própria, ao invés disso, você me ensinou a desfrutar o colocar as vestes da verdadeira justiça de Cristo.
4. Obrigado por se preocupar mais com o meu caráter do que com as minhas habilidades.
Você me encorajou a ser gentil, atencioso e paciente, mais do que insistiu que eu fosse bem na escola, aprendesse um instrumento ou me aperfeiçoasse em um esporte. Não é que você não tenha me ajudado com o dever de casa, ou não tenha me feito praticar música, ou não tenha me levado ao futebol; mas eu sempre soube que quem eu era e quem eu estava me tornando importava mais do que o que eu era capaz de fazer.
5. Obrigado por saber que me evangelizar era trabalho seu e do papai
Obrigado por ter me contado histórias bíblicas, cantado canções bíblicas comigo, orado comigo e me contado a respeito de Deus enquanto passávamos pelas nossas tarefas e passeios diários. Obrigado porque você não pensou que poderia delegar esse trabalho aos meus líderes do ministério infantil ou de adolescentes.  Obrigado por não ter forçado Cristo em toda conversa, como se mencioná-lo em cada frase me fizesse converter, mas obrigado por ele não ter precisado ser forçado, porque ele era um companheiro constante da nossa família. Obrigado porque eu sou um daqueles filhos que não se lembram da primeira vez que ouviram a respeito do Senhor Jesus, e não se lembram de um dia sequer não ter ouvido a respeito dele.
6. Obrigado por amar o papai.
Ele comete erros também (mais do que você, mamãe). Obrigado por você tê-lo amado, por tê-lo perdoado quando precisou e pedido perdão quando precisou; por ter rido com ele; por ter sido carinhosa com ele; por ter se submetido a ele; por ter chorado com ele. Obrigado por ter feito todas essas coisas na minha frente, de maneira que, por causa da esposa que você foi para ele, eu pudesse saber o que significa ser um homem, marido e pai cristão.
7. Obrigado por me dar chances de servir.
Frequentemente, servir as pessoas com você era muito divertido, mãe, quando cozinhávamos juntos, fazíamos visitas juntos, fazíamos cartões juntos. Mas, às vezes, era chato, cansativo ou custoso. Mas obrigado por termos feito isso mesmo assim, e por termos feito juntos. Obrigado por nunca ter me protegido da realidade da vida cristã — você nunca me permitiu pensar que a igreja se tratava só das minhas necessidades, ou que no serviço eu deveria ser sempre aquele que recebe. Obrigado por sempre ter me oferecido uma cruz para carregar, conforme você carregava a sua. Mas obrigado por você sempre ter explicado o motivo de servirmos os outros, e por eu ter aprendido (lentamente) a me alegrar por poder servir o Cristo que havia me servido.
8. Obrigado por me mostrar o que é amor sacrificial.
Todos os dias da minha vida, desde o primeiro deles, você fez algo por mim que era difícil ou custoso para você. Na maneira que você exerceu a maternidade comigo, eu posso ver o reflexo de como Cristo viveu e morreu por mim. Você me mostrou Cristo.

PorCarl Laferton; Original: 8 Things I Want My Toddler to Thank His Mom For (in 20 Years); Copyright © 2014 The Gospel Coalition; website: www.thegospelcoalition.org.
Tradução: Alan Cristie; Original: 8 agradecimentos inusitados para uma mãe Copyright © 2014 Voltemos ao Evangelho; website: www.voltemosaoevangelho.com.
Extraído com permissão do site Voltemos ao Evangelho.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Textos para Orar por Nossos Filhos – por Jon Bloom



Olá mamães, 

Já li, algumas vezes, sobre a importância de orarmos citando passagens das Escrituras. 

É realmente muito bom!  Estamos falando com o Pai, citando as Suas promessas e recomendações, então a oração torna-se o que deve ser sempre: uma verdadeira conversa. 

Dia desses encontrei esse artigo com textos bíblicos para orarmos por nossos filhos. 

Compartilho pois sei que vai abençoar nossas vidas! 

Um beijinho, 
da mamãe 
do Gabriel e da Alice 

Textos para Orar por Nossos Filhos – por Jon Bloom 

Recentemente um bom amigo compartilhou comigo estes versículos que ele e a esposa oravam por suas duas filhas (agora adolescentes) desde que eles eram bebês. Eu os acho muito úteis e os incluí em minha lista de oração por minhas filhas. Pensei em passá-los adiante para vocês também. (Obrigado, Chris!) 

Que Jesus os chame e ninguém os impeça de vir. 

"Trouxeram-lhe, então, algumas crianças, para que lhes impusesse as mãos e orasse; mas os discípulos os repreendiam. Jesus, porém, disse: Deixai os pequeninos, não os embaraceis de vir a mim, porque dos tais é o reino dos céus. E, tendo-lhes imposto as mãos, retirou-se dali." (Mateus 19:13-15) 

Que eles respondam com fé ao fiel e persistente chamado de Jesus. 

"Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento." (2 Pedro 3:9) 

Que eles experimentem a santificação através do trabalho transformador do Espírito Santo e desejem cada vez mais cumprir os maiores mandamentos. 

"Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo." (Mateus 22:37-39) 

Que eles não se envolvam em jugo desigual em relações íntimas, especialmente matrimônio. 

“Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?” (2 Coríntios 6:14) 

Que seus pensamentos sejam puros. 

"Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.". (Filipenses 4:8) 

Que os seus corações sejam tocados para contribuírem generosamente com trabalho do Deus. 
"Os filhos de Israel trouxeram oferta voluntária ao SENHOR, a saber, todo homem e mulher cujo coração os dispôs para trazerem uma oferta para toda a obra que o SENHOR tinha ordenado se fizesse por intermédio de Moisés.". (Êxodo 35:29) 

Que quando for o tempo certo, eles partam! 

"Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século." (Mateus 28:18-20) 

Tradução: Priscila Bernardi Heyse - Extraído de Bom Caminho Original aqui

terça-feira, 29 de abril de 2014

Sugestão de leitura: Educando filhas segundo o coração de Deus.



Olá mamães,


Estou muito feliz!! E são dois os motivos. 

1º: Finalmente chegou ao Brasil um dos livros que eu mais esperava, escrito pela maravilhosa serva de Deus, Elizabeth George. Olha só que benção:






De vez em quando visito o site desta autora e fico em oração pedindo ao Senhor que alguém traduza e publique logo seus livros sempre tão edificantes e encorajadores. Mas por esse eu havia até mandado e-mail para a editora pedindo a publicação!


Então imaginem minha alegria ao encontrá-lo à venda! Nem pisquei, comprei na hora!

Comecei a ler ontem e estou amando cada pedacinho!! Recomendadíssimo!


E o 2º motivo é que este bloguinho completou dois anos dia 26/04!! Dois anos de bençãos, com 45 postagens, quase 9.000 acessos, comentários fofos e muito aprendizado! Sim, pois a cada artigo escrito ou compartilhado, aprendo bastante e fico muito feliz por saber que estou sendo útil para o Reino de Deus.

Que Senhor nos oriente e capacite a cada dia.

Um beijinho,


da mamãe 
do Gabriel e da Alice

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Criando filhos que o mundo odiará - Por Adam Griffin


Olá mamães,

Fui atraída a este texto pelo seu título tão incomum!

Ao ler percebi que era uma excelente reflexão que precisamos fazer e decidi compartilhar com vocês.

Que Deus nos dê sabedoria e firmeza na Palavra para essa difícil missão!

Um beijinho,
Da mamãe
do Gabriel e da Alice


Criando filhos que o mundo odiará
Por Adam Griffin

Quando eu era garoto, meu pai me perguntava: “O que você quer ser quando crescer?” E eu respondia com franqueza (adoravelmente, sem dúvidas), “um papai”. Quando meu implacável e realista pai me informou que ninguém me pagaria para ser pai, eu lhe disse que ficaria feliz se pagassem a mim.

Em 2011, meu sonho de me tornar pai tornou-se realidade quando meu filho, Oscar, nasceu. Desde este dia, minhas esperanças e sonhos se voltaram para o que o Oscar será quando crescer. É claro que eu gosto de imaginar ele crescendo bonito, talentoso, piedoso e amável, mas não tem como saber isso ainda. É quase certo que ele terá uma grande afinidade pela Texas A&M (Universidade de pesquisa co-educational pública localizada em College Station, Texas) e pelo Green Bay Packers (time de futebol americano com base em Green Bay, Wisconsin). Sem dúvida, ele terá uma cabeleira decepcionante, gostará de comer e suará mesmo quando estiver frio. Para a maioria das coisas, no entanto, vou ter que esperar para ver o que ele vai ser quando crescer.

Muitas vezes, eu sonho com o grande homem que ele pode ser e quão amável ele será para os outros. Eu sonho que técnicos, professores e pastores irão aprová-lo e até mesmo se impressionar com ele. Imagino seus colegas tendo alta consideração por ele, querendo estar perto dele o tempo todo. Eu imagino que a geração que o segue irá admirá-lo. Eu amo a ideia de que, enquanto ele se torna um homem, ele alcançará favor em tudo e com qualquer pessoa que ele entrar em contato. Alguns desses desejos são saudáveis, e alguns são orgulhosos.

Eu tenho um forte, e certamente não-incomun, desejo de que meu filho seja validado pelo amor das outras pessoas. Muitos pais querem que seus filhos ou filhas sejam pessoas amadas, mas este desejo não é o que faz João 15.19 tão transformador e importante quando confronta a maneira como preparamos nossos filhos para o futuro. Cristo diz a seus discípulos: “Se vocês pertencessem ao mundo, ele os amaria como se fossem dele. Todavia, vocês não são do mundo, mas eu os escolhi, tirando-os do mundo; por isso o mundo os odeia”. E não é apenas em João 15.19. Há muitos textos nas Escrituras que descrevem a relação conflituosa que os seguidores de Deus terão com aqueles que não são crentes.

Lendo isto, percebi que se Deus responder minhas orações para que meu filho se torne um seguidor de Cristo, as pessoas irão odiá-lo. Sem dúvida, as pessoas serão absolutamente repelidas por meu filho.

Se Deus graciosamente salvar meu Oscar, pessoas irão chamá-lo de fanático e homofóbico. Alguns irão ridicularizá-lo como um machista da mesma forma que eles desprezam suas crenças “sexistas”. Ele será desprezado como um “mente fechada” por dizer que Jesus Cristo não é apenas Deus, mas o único Deus. Ele provavelmente vai conhecer uma garota que o insulta por sua masculinidade ou por considerá-lo antiquado por esperar um casamento sem ter tido sexo. Seus colegas irão achar que ele é um puritano. Valentões irão chamá-lo de covarde. Sua integridade atrairá insultos como “caxias” (eu não sei o que isso significa).

Os professores acharão que meu filho ignora os fatos científicos sobre nossas origens, incitando seus colegas de classe a acharem ele um idiota. Pessoas vão dizer que ele foi desviado por seus pais a um caminho ultrapassado de moralidade mascarado por um relacionamento com Deus. Consultores financeiros irão achar que ele é irresponsavelmente generoso. Quando ele tomar uma decisão, haverá aqueles que não tolerarão sua intolerância. Ele será julgado como julgador. Ele terá inimigos e eu pedirei que ele os ame, e mesmo por isso ele parecerá um tolo.

Se você é como eu e espera que seus filhos sejam seguidores devotos e completos de Cristo, então precisamos criar uma geração que está preparada para ser distintivamente diferente de seus colegas. Em muitas formas, isto é o oposto da minha inclinação natural de como criar meu filho. Criar filhos que estão prontos para serem odiados significa criar crianças que não têm vergonha de seu amor por Deus mesmo em meio ao ódio e à alienação. Independente dos insultos serem legítimos ou ingênuos, oro para que nossos filhos estejam prontos para manterem-se firmes em meio a um mundo que os odeia.

Traduzido por André Carvalho – Extraído do site Reforma21.org  -  Original aqui

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Sobre a Páscoa

Olá mamães,

No domingo passado, uma irmã da nossa igreja me procurou para perguntar como eu fazia para falar da Páscoa para meus filhos que estão com 5 e 2 anos. Conversamos bastante sobre isso e achei que seria bom compartilhar o assunto por aqui também.

Em primeiro lugar quero destacar que entendo ser diabólico tudo aquilo que nos afasta de Deus. E precisamos estar muito atentos quanto a isso.

O diabo é o pai da mentira, que veio para matar, roubar e destruir. Paulo nos orienta para evitar até mesmo a aparência do mal (I Tessalonicenses 5:22).Porém, é muito triste saber que, em muitos lares cristãos conceitos do mundo estão se tornando normais e são até mesmo incentivados ou comemorados.

Muitos cristãos utilizam vocabulário chulo, são egoístas quanto a suas prioridades, desperdiçam seu tempo e dinheiro, e tomam decisões sobre qualquer assunto baseados apenas no que acham melhor para si mesmos. 

Comportamento igualzinho ao de qualquer incrédulo. Estão se deixando moldar pelo mundo, justamente o que Paulo apela para que não façamos: “Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” Romanos 12:2. 

Vigiemos! Nossos valores, hábitos e decisões devem ser pautados pela Palavra de Deus. E quando estivermos em dúvida sobre alguma coisa podemos e precisamos buscar ao Senhor em oração, sempre!

Bem, voltando ao assunto da Páscoa, mas sem perder de vista o que estivemos meditando até agora, vocês já devem ter percebido qual é a minha posição! Pois é, por mais fofinho que seja o coelhinho ele tira das crianças o verdadeiro significado da Páscoa.

A professora de EBD do meu filho perguntou para sua turminha de uns 12 alunos, de no máximo 5 anos de idade, sobre o que era a Páscoa. Praticamente todos já tinham recebido pelo menos um ovo de Páscoa. E ficaram super falantes sobre isso, foi difícil conter as lágrimas, e mais difícil ainda foi para a professora conseguir atrair a atenção deles de novo para conseguir explicar a história da Páscoa verdadeira! 

Agora quero ser bem prática e colocar para vocês o quê e como eu faço: 

- Comecei  a falar sobre a morte e ressurreição de Jesus quando o Gabriel tinha acabado de completar 2 anos. Achava um assunto difícil de tratar com uma criancinha tão pequenina, mas um mês antes da Páscoa ele voltava da creche todos os dias falando sobre coelhinhos e ovos. Um mês antes! Todos os dias! Isso é lavagem cerebral! Pensei: “se o inimigo não acha cedo demais para começar a contar suas mentiras para meu filho, não posso achar cedo demais para ensinar a verdade!” 

- Sempre contei da morte e da ressurreição de uma vez, para a história acabar sempre  com a vitória de Jesus.

- Com o tempo contei pra ele também sobre a saída do povo de Israel do Egito e da primeira Páscoa, que era uma festa criada por Deus, para comemorar a liberdade.

- Por mais que eu acredite que coelho da Páscoa e ovos de chocolate são estratégias do inimigo, não falo para eles isso de forma assustadora ou incisiva do tipo: “Isso é do diabo”. Não, sempre falo que tanto o coelhinho da Páscoa quanto papai Noel são historinhas inventadas, que até parecem bonitinhos, mas que fazem as crianças (e os adultos) esquecerem de Jesus. 

- Nunca digo que Jesus é coitadinho porque as pessoas esquecem dEle na Páscoa, no Natal ou a vida toda... E sim que, as pessoas sem Jesus estão em dificuldade, porque só Ele pode nos salvar dos pecados. 

- Conto sempre sobre a ressurreição com muita alegria, muita mesmo! Cantamos a música do DVD “Quem é Jesus?” do Diante do Trono para Crianças : Sim, sim! Não, não! 
Sim, sim
Parecia que era o fim
Mas não pense que a história acabaria assim
Não, não
A morte não O segurou
No terceiro dia
A pedra do sepulcro rolou
Jesus ressuscitou!
Aleluia!
Vivo está o meu Senhor!

- A Alice já ouviu também muitas vezes sobre a morte e a ressurreição de Jesus, mas descobri que falhei esquecendo de associar com a Páscoa. Terça à noite quando perguntei sobre o que era a Páscoa ela disse: ovo da Páscoa e coelhinho... Então expliquei, com a ajuda do Gabriel, sobre a libertação do povo de Israel e da morte e ressurreição de Jesus, lembrando, dessa vez, de destacar bastante que tudo isso aconteceu na Páscoa. 

- O Gabriel gostou muito da propaganda de um ovo que vem com máscara de Transformers. Combinamos que vou procurar a máscara, mas disse que não queria dar meu dinheiro para quem faz as crianças esquecerem Jesus. Acho que ele entendeu. 

- Quanto ao chocolate, eu compro caixas de bombom ou barras algumas semanas antes, afinal o doce em si é uma delícia e não tem nada demais. Mas ovo nem pensar, quero que eles desassociem o que o mundo oferece com a verdadeira Páscoa: o sacrifício de nosso Senhor para nos libertar. 

- Acredito que muitas vezes o fato deles serem diferentes dos amiguinhos vai ser difícil para eles, e nessa época do ano isso vai sempre acontecer. Mas devemos preparar nossos filhos para isso e não tentar fazer com que sejam iguais às crianças que crescem sem princípios bíblicos. 

Cristãos genuínos são diferentes, sempre! 

Sei que será muito mais útil fortalecer a fé de nossos pequenininhos para que consigam vencer diante de um mundo tão hostil ao Evangelho. 

Fiquem à vontade para comentar e compartilhar como vocês fazem em seus lares. 

Há um artigo MARAVILHOSO sobre esse assunto no site Mulheres Piedosas. A autora, Simone Quaresma, escreve um texto irretocável sobre a dúvida entre dar ou não dar ovos de chocolate para nossos filhos. Leitura obrigatória! Muito edificante! 

Que o Senhor nos ajude a criar filhos “... que sejam irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa (...)” Filipenses 2:15 
"Coelhinho bobo, Páscoa é para Jesus!"

Um beijo, 
Da mamãe do
Gabriel e da Alice